Olá...
Hoje apenas quero falar, sem me ater a um assunto em específico.
Estive durante esta semana observando as relações humanas e percebi que todos os relacionamentos humanos baseiam-se no sistema de trocas, seja troca de tangíveis ou de intangíveis. Percebe-se que quando cumprimentamos alguém pelo amanhecer com um "bom dia" estamos trocando uma gentileza e educação por iguais.
Ou quando entramos em um determinado estabelecimento esperamos receber atenção em troca do nosso tempo gasto no deslocamento até o tal estabelecimento, ou quando compramos algo, estamos trocando o nosso $ pelo produto/serviço.
Cheguei a conclusão que os seres humanos se relacionam na base do troca-troca, logo, iniciei este post dizendo que não me ateria a um assunto específico e contudo, acabei semi-divagando sobre as relações humanas, ou seja, troquei o seu tempo de leitura pela minha explanação.
Caros amigos, deixem as suas opiniões em forma de comentários, respondendo algumas perguntas:
Na sua opinião em que estão baseadas as relações humanas?
O sistema de trocas está permanentemente nas relações humanas? Se sim em que grau de envolvimento?
05/09/2008
03/09/2008
Mercado
Caros visitantes, hoje vou falar um pouco sobre o mercado de uma forma geral.
Vocês já perceberam como a palavra "Mercado" é amplamente utilizada, por todos os níveis culturais?
Mercado é desde uma lojinha na esquina de uma determinada rua no seu bairro até o mercado global, quando geralmente tratamos de globalização.
Estive pensando hoje no poder de uso desta palavra:"mercado", o quanto utilizamos-a sem as vezes noção, ou próximo a isso. Por exemplo, quando falamos de trabalho, nos referimos como "Mercado de trabalho", não discordo dessa afirmação, pois me parece correta. O que eu discordo é da afirmação que quando uma pessoa está desempregada ela está no mercado, ora, se chamamos de mercado de trabalho como uma pessoa que não está em alguma atividade profissional pode estar no mercado? Esta pessoa não estaria então disponível no mercado?
Estou falando sobre isso, pois hoje ouvi de uma pessoa que está disponível no mercado a seguinte expressão: "...hoje estou no mercado..."
No mercado todos estamos, mas quando se trata de mercado de trabalho, para fazer parte dele deve estar produzindo algo, caso contrário estaremos fora.
Caros amigos e amigas, quero saber a opinião de vocês...
Quais as suas definições pessoais de mercado de trabalho?
Uma pessoa para estar no mercado de trabalho ela tem que produzir algo?
Vocês já perceberam como a palavra "Mercado" é amplamente utilizada, por todos os níveis culturais?
Mercado é desde uma lojinha na esquina de uma determinada rua no seu bairro até o mercado global, quando geralmente tratamos de globalização.
Estive pensando hoje no poder de uso desta palavra:"mercado", o quanto utilizamos-a sem as vezes noção, ou próximo a isso. Por exemplo, quando falamos de trabalho, nos referimos como "Mercado de trabalho", não discordo dessa afirmação, pois me parece correta. O que eu discordo é da afirmação que quando uma pessoa está desempregada ela está no mercado, ora, se chamamos de mercado de trabalho como uma pessoa que não está em alguma atividade profissional pode estar no mercado? Esta pessoa não estaria então disponível no mercado?
Estou falando sobre isso, pois hoje ouvi de uma pessoa que está disponível no mercado a seguinte expressão: "...hoje estou no mercado..."
No mercado todos estamos, mas quando se trata de mercado de trabalho, para fazer parte dele deve estar produzindo algo, caso contrário estaremos fora.
Caros amigos e amigas, quero saber a opinião de vocês...
Quais as suas definições pessoais de mercado de trabalho?
Uma pessoa para estar no mercado de trabalho ela tem que produzir algo?
31/08/2008
Televisão ao domingo
Hoje falarei sobre a televisão dominical.
Sou um cara caseiro, aprecio uma boa folga caseira, menos no domingo. Digo isso pois a televisão aberta com a sua programação dominical é de expulsar qualquer um de sua frente.
A rede Globo é totalmente previsível, na parte da manhã é hora do esporte, após vem uma comédia, um filme (quando não há show de axé ou asssemelhados), Faustão (há anos já com a sua data de validade vencida) que é interrompido ao meio para passar jogos do campeonato brasileiro de futebol masculino.
A rede bandeirantes adotou o Raul Gil...
O SBT...
A rede record, utiliza o formato de programas de platéia na parte da tarde, mas com uma proposta diferente, e um programa jornalístico no fim da tarde e início da noite.
Pois é, este é o domingo da tv aberta brasileira, forçando o povo a não assistir a sua programação.
Bem amigos (a), este é o meu comentário de hoje, podem comentar dando sugestões de como os produtores podem nos dar um produto melhor pelo que estamos dispostos a oferecer.
Sou um cara caseiro, aprecio uma boa folga caseira, menos no domingo. Digo isso pois a televisão aberta com a sua programação dominical é de expulsar qualquer um de sua frente.
A rede Globo é totalmente previsível, na parte da manhã é hora do esporte, após vem uma comédia, um filme (quando não há show de axé ou asssemelhados), Faustão (há anos já com a sua data de validade vencida) que é interrompido ao meio para passar jogos do campeonato brasileiro de futebol masculino.
A rede bandeirantes adotou o Raul Gil...
O SBT...
A rede record, utiliza o formato de programas de platéia na parte da tarde, mas com uma proposta diferente, e um programa jornalístico no fim da tarde e início da noite.
Pois é, este é o domingo da tv aberta brasileira, forçando o povo a não assistir a sua programação.
Bem amigos (a), este é o meu comentário de hoje, podem comentar dando sugestões de como os produtores podem nos dar um produto melhor pelo que estamos dispostos a oferecer.
30/08/2008
Eleições
Olá, hoje vou falar sobre as eleições que mexem com o Brasil, as eleições para presidente dos EUA.
Vocês perceberam como as eleições presidenciais nos EUA tomaram conta da mídia (?), como os candidatos a prefeitos pelo Brasil agora, além de disputar a atenção dos eleitores com os demais candidatos e com os comerciais em geral, tem também que disputar com o Barack Obama e com o John Mccain.
Elevo este tema para discutirmos, pois percebi que já ocorrem eventos em que a televisão brasileira passa trechos de discursos do Obama ao vivo, enquanto os debates com os candidatos a prefeito ficam em segundo plano.
Segue abaixo uma entrevista que o "Jornal da Orla" fez com o Doutor em Relações Internacionais, o professor Gilberto Rodrigues.
O senhor acha que faz sentido esse espaço todo que a mídia brasileira dá para as prévias presidenciais dos Estados Unidos? Em alguns momentos, parece mais que a eleição acontece em nosso país...
Faz sentido por dois motivos, um permanente e outro atual. O permanente é que a definição das primárias é um processo que ajuda a entrever o perfil dos candidatos democrata e republicano. Um dos escolhidos será o presidente do país mais importante do planeta. O outro motivo, atual, se relaciona às prévias democratas, que têm um negro e uma mulher como candidatos, fato novo na história daquele paÍs. E agregaria um terceiro, que é a capacidade e tradição dos americanos de transformar seus eventos em grandes shows para a mídia.
Há alguma conexão entre a cobertura da mídia brasileira e as relações entre os EUA e o Brasil?
Não sei se existe uma relação direta em todos os meios, de caso pensado. Mas existe um fato essencial: o Brasil é, hoje, o maior parceiro econômico e político individual dos EUA na América Latina e um aliado necessário para manter o equilíbrio e a estabilidade da região, sobretudo com o fenômeno Chavez e a tendência crescente de governos críticos aos EUA, como a Bolívia, o Equador e Nicarágua. As relações comerciais com os EUA são muito boas, respondem por mais de 20% das exportações brasileiras. E deve se ter em conta que o Brasil, daqui a cinco ou dez anos, poderá exportar petróleo para os EUA e diminuir a dependência energética americana da Venezuela.
Este foi um trecho da entrevista, o link para leitura completa
http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1979
Amigos, deixo aqui algumas perguntas para nós pensarmos e para comentarem.
O que o Brasil ganha com a cobertura da mídia nacional sobre a eleições norte americanas?
Para um pai de família no Brasil que ganha 1 salário mínimo, qual a diferença entre Obama e Maccain?
O que aconteceria com os EUA se o povo brasileiro também votasse na eleições daquele país?
Agradeço a todos, até a próxima.
Vocês perceberam como as eleições presidenciais nos EUA tomaram conta da mídia (?), como os candidatos a prefeitos pelo Brasil agora, além de disputar a atenção dos eleitores com os demais candidatos e com os comerciais em geral, tem também que disputar com o Barack Obama e com o John Mccain.
Elevo este tema para discutirmos, pois percebi que já ocorrem eventos em que a televisão brasileira passa trechos de discursos do Obama ao vivo, enquanto os debates com os candidatos a prefeito ficam em segundo plano.
Segue abaixo uma entrevista que o "Jornal da Orla" fez com o Doutor em Relações Internacionais, o professor Gilberto Rodrigues.
O senhor acha que faz sentido esse espaço todo que a mídia brasileira dá para as prévias presidenciais dos Estados Unidos? Em alguns momentos, parece mais que a eleição acontece em nosso país...
Faz sentido por dois motivos, um permanente e outro atual. O permanente é que a definição das primárias é um processo que ajuda a entrever o perfil dos candidatos democrata e republicano. Um dos escolhidos será o presidente do país mais importante do planeta. O outro motivo, atual, se relaciona às prévias democratas, que têm um negro e uma mulher como candidatos, fato novo na história daquele paÍs. E agregaria um terceiro, que é a capacidade e tradição dos americanos de transformar seus eventos em grandes shows para a mídia.
Há alguma conexão entre a cobertura da mídia brasileira e as relações entre os EUA e o Brasil?
Não sei se existe uma relação direta em todos os meios, de caso pensado. Mas existe um fato essencial: o Brasil é, hoje, o maior parceiro econômico e político individual dos EUA na América Latina e um aliado necessário para manter o equilíbrio e a estabilidade da região, sobretudo com o fenômeno Chavez e a tendência crescente de governos críticos aos EUA, como a Bolívia, o Equador e Nicarágua. As relações comerciais com os EUA são muito boas, respondem por mais de 20% das exportações brasileiras. E deve se ter em conta que o Brasil, daqui a cinco ou dez anos, poderá exportar petróleo para os EUA e diminuir a dependência energética americana da Venezuela.
Este foi um trecho da entrevista, o link para leitura completa
http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1979
Amigos, deixo aqui algumas perguntas para nós pensarmos e para comentarem.
O que o Brasil ganha com a cobertura da mídia nacional sobre a eleições norte americanas?
Para um pai de família no Brasil que ganha 1 salário mínimo, qual a diferença entre Obama e Maccain?
O que aconteceria com os EUA se o povo brasileiro também votasse na eleições daquele país?
Agradeço a todos, até a próxima.
28/08/2008
Olimpíada
Olá, hoje quero comentar sobre um assunto que estou pensando desde as 07:00 quando abri os olhos: por que as olímpiadas são tão importantes para uma nação?
Fico pensando se um país desenvolvido demonstra isso nos desportos, logo, que os EUA são (até a última olimpíada), a maior potência esportiva do planeta e também a maior potência econômica do mundo. Porém ao mesmo tempo percebo que não são todos os países pertencentes ao "1º mundo" que são também 1º mundo em esportes, usamos por exemplo o caso da Dinamarca, que é um país desenvolvido e que ficou em 30º lugar nos jogos olímpicos da China.
Penso então que o desempenho de um país em Olimpíada não depende de seu desenvolvimento econômico (Jamaica ficou em 13º a frente do Canadá por exemplo que ficou em 19º), mas que depende talvez de sua aptidão esportiva (?) ou dos esforços do seus governantes?
Qual o fator, se existe apenas 1, que determina uma boa competitividade de uma nação frente aos jogos olímpicos? O que um país pode fazer para se tornar uma potência olímpica?
O QUE O BRASIL DEVE FAZER, QUAIS ATITUDES DEVE-SE TOMAR PARA QUE O PAÍS TORNE-SE UMA POTÊNCIA OLÍMPICA?
E outra pergunta que devemos fazer é, há necessidade de que o Brasil seja uma potência olímpica?
Amigos e amigas, deixo aqui esse tema para que tenhamos uma reflexão.
Fico pensando se um país desenvolvido demonstra isso nos desportos, logo, que os EUA são (até a última olimpíada), a maior potência esportiva do planeta e também a maior potência econômica do mundo. Porém ao mesmo tempo percebo que não são todos os países pertencentes ao "1º mundo" que são também 1º mundo em esportes, usamos por exemplo o caso da Dinamarca, que é um país desenvolvido e que ficou em 30º lugar nos jogos olímpicos da China.
Penso então que o desempenho de um país em Olimpíada não depende de seu desenvolvimento econômico (Jamaica ficou em 13º a frente do Canadá por exemplo que ficou em 19º), mas que depende talvez de sua aptidão esportiva (?) ou dos esforços do seus governantes?
Qual o fator, se existe apenas 1, que determina uma boa competitividade de uma nação frente aos jogos olímpicos? O que um país pode fazer para se tornar uma potência olímpica?
O QUE O BRASIL DEVE FAZER, QUAIS ATITUDES DEVE-SE TOMAR PARA QUE O PAÍS TORNE-SE UMA POTÊNCIA OLÍMPICA?
E outra pergunta que devemos fazer é, há necessidade de que o Brasil seja uma potência olímpica?
Amigos e amigas, deixo aqui esse tema para que tenhamos uma reflexão.
27/08/2008
Coisas inúteis
Quantas vezes somos "obrigados" a fazer coisas que dão inúmeros sinais de que são inúteis, ou próximo a isso?
Pois é, eu esta semana tive a nítida sensação de que um trabalho que fizemos na faculdade, e esta sensação se deve por que não consegui identificar coisas realmente interessantes neste trabalho, foi inútil. Fora que ao pesquisar sobre determinado assunto toda pessoa agrega algum tipo de conhecimento, de resto, o trabalho foi inútil, pois, o grupo que apresentou exagerou no número de perguntas.
Claro que estou falando isso devido a que, fui mero observador na sala de aula e caso eu fosse apresentar, muitas coisas faria semelhante ao que foi feito. Não podemos esquecer que para um trabalho acadêmico ser bem executado deve-se dar tempo para que o ensaio da apresentação possa ser feito, o que não foi o caso.
Continuo (...) a minha leitura do livro "A arte da guerra" e mantenho a minha opinião de que para ler esta obra deve-se livrar de qualquer expectativa tendo como base os estilos de escrita de hoje.
Caros amigos(a), hoje fico por aqui, abraços...
Pois é, eu esta semana tive a nítida sensação de que um trabalho que fizemos na faculdade, e esta sensação se deve por que não consegui identificar coisas realmente interessantes neste trabalho, foi inútil. Fora que ao pesquisar sobre determinado assunto toda pessoa agrega algum tipo de conhecimento, de resto, o trabalho foi inútil, pois, o grupo que apresentou exagerou no número de perguntas.
Claro que estou falando isso devido a que, fui mero observador na sala de aula e caso eu fosse apresentar, muitas coisas faria semelhante ao que foi feito. Não podemos esquecer que para um trabalho acadêmico ser bem executado deve-se dar tempo para que o ensaio da apresentação possa ser feito, o que não foi o caso.
Continuo (...) a minha leitura do livro "A arte da guerra" e mantenho a minha opinião de que para ler esta obra deve-se livrar de qualquer expectativa tendo como base os estilos de escrita de hoje.
Caros amigos(a), hoje fico por aqui, abraços...
26/08/2008
Início
Olá.
Meu nome é Florynar Dickel, sou universitário, 23 anos, gaúcho, natural de Porto Alegre.
Acompanhando a onda dos blogs, decidi eu um mero e simples cidadão brasileiro entrar neste mundo. Possuo um perfil no orkut e até então era o único meio de contato eletrônico, fora e-mail, do qual eu faço manutenção permanente.
Entrei neste mundo blogueiro para que eu possa divulgar minhas idéias e opiniões de maneira mais aberta e livres de censuras, mas com ponderação.
De início quero fazer uma sugestão de leitura, baseada no livro que estou lendo no momento, "A arte da guerra". Mas sugiro que o leitor não vá esperando um livro com uma linguagem atual, de fácil compreensão. Eu mesmo, estou na minha segunda tentativa, pois na primeira vez que tentei ler este livro, não consegui entender qual a mensagem, porém agora (livre da expectativa e percebendo que o público do Sun Tzu não é o público existente nos dias de hoje) entendo sua lógica e o seu contexto.
É uma excelente leitura para quem gosta de interpretar textos.
Meu nome é Florynar Dickel, sou universitário, 23 anos, gaúcho, natural de Porto Alegre.
Acompanhando a onda dos blogs, decidi eu um mero e simples cidadão brasileiro entrar neste mundo. Possuo um perfil no orkut e até então era o único meio de contato eletrônico, fora e-mail, do qual eu faço manutenção permanente.
Entrei neste mundo blogueiro para que eu possa divulgar minhas idéias e opiniões de maneira mais aberta e livres de censuras, mas com ponderação.
De início quero fazer uma sugestão de leitura, baseada no livro que estou lendo no momento, "A arte da guerra". Mas sugiro que o leitor não vá esperando um livro com uma linguagem atual, de fácil compreensão. Eu mesmo, estou na minha segunda tentativa, pois na primeira vez que tentei ler este livro, não consegui entender qual a mensagem, porém agora (livre da expectativa e percebendo que o público do Sun Tzu não é o público existente nos dias de hoje) entendo sua lógica e o seu contexto.
É uma excelente leitura para quem gosta de interpretar textos.
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