08/03/2010

Parabéns mulheres

parabéns mulheres


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pelaONU (Organização das Nações Unidas). Sua pesquisa



02/03/2010

Crise econômica mundial

Estive lendo um texto sobre a crise econômica mundial e achei bem interessante pois trata de como a crise afeta de diferentes formas os diferentes lugares do mundo, percebi então que realmente o Brasil apenas passou por uma marolinha, atentem para esta passagem onde o Pedro Mello (colunista do Blog do empreendedor) conta sobre a sua viagem à Belize:
"Dei uma sumida de duas semanas para curtir minhas férias e finalmente entendi bem o significado da “marolinha” que o Lula tanto falou e acabou acontecendo. Fomos pra Belize, um pequeno país na América Central com pouco mais de 300 mil habitantes, praias maravilhosas e o segundo maior recife de corais do mundo. Ou seja, ótimo lugar para mergulhar. Lá nós conseguimos entender a extensão da crise econômica mundial, pois o país vive praticamente do turismo norte americano e, em plena alta temporada, os hotéis e restaurantes estavam completamente vazios. Foi bacana estar em um lugar paradisíaco, mas deu um aperto no coração ver o quanto donos dos restaurantes, pousadas, hotéis e tudo que gira em torno do turismo estão sofrendo com a crise mundial."
É (...) ainda bem que o tempo que a nossa economia dependia, quase que de totalmente, dos americanos!!!!

12/02/2010

Profº Marins

Estive lendo os artigos do Profº Marins no site da Anthropos, gostei de um em particular e decidi compartilhar ele aqui, segue o texto:

A EMPRESA ARROGANTE
O cliente do restaurante de luxo disse ao garçom: “O senhor pode me trazer um pouco de óleo para salada?”. O garçom, com um olhar arrogante, respondeu: “Não temos óleo para salada. Temos azeite, serve?”. Quando assisti a isso, me perguntei: será que o garçom não sabia que o cliente estava mesmo querendo azeite e apenas disse “óleo”, como se chamava antigamente “óleo de oliva” ou “óleo para salada”?
Um dos maiores perigos da empresa é a arrogância. A arrogância da empresa pode ser vista e sentida de várias formas. A mais comum é no atendimento aos clientes. As pessoas tornam-se arrogantes. E é uma grande tarefa dos líderes não permitir que isso aconteça. Nem sempre é fácil. Quando uma empresa é famosa, tem uma marca muito conhecida ou trabalha com produtos um pouco mais sofisticados, os colaboradores têm uma tendência a ficar arrogantes. Eles parecem confundir a fama da marca e da empresa, ou mesmo de seus clientes, com a sua própria pessoa e tornam-se arrogantes.
Há empresas que parecem pensar que comprar delas é um privilégio, que poucos merecem, e que os clientes precisam mais dela do que ela de clientes. Assim, não é incomum ver recepcionistas de hotéis de luxo tornarem-se arrogantes. Garçons de restaurantes famosos tornarem-se arrogantes. Balconistas de lojas de roupas de grifes famosas tornarem-se arrogantes. Vendedores de automóvel de luxo tornarem-se arrogantes. Por quê? Será que a marca com que trabalham lhes sobe à cabeça? Será que essas pessoas ficam contagiadas pela arrogância de seus clientes ricos e famosos, muitas vezes, igualmente arrogantes? Será que as pessoas que trabalham nessas empresas perderam a sensibilidade e a humildade, muitas vezes esquecendo sua própria origem, quase sempre, simples?
A verdade é que ninguém mais está suportando a arrogância. Como sempre afirmo, temos hoje muitos concorrentes, com qualidade semelhante à nossa e preços iguais. Se tivermos uma postura arrogante, o mercado simplesmente nos trocará por concorrentes mais sensíveis e humildes, que valorizem o cliente. Cuide, pois, para que sua empresa não se torne arrogante, antes que seja tarde demais.
Pense nisso. Sucesso!

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Me interessei, pois certa vez tive um colega que trabalhava numa grande empresa líder no seu segmento e de vez em quando ele agia como se tivesse o melhor emprego do mundo e que todos a sua volta deveriam, na visão dele acredito eu, tratá-lo como um ser superior.

09/02/2010

Texto interessante

Acabei de ler um texto interessante que fala sobre a geração Y, mas de uma maneira um pouco mais racional, por isso decidi fazer a postagem completa dele aqui.
Segue o texto:

Nunca houve tantos conceitos para explicar o comportamento dos nossos jovens atuais, pode ser Geração Canguru - que são aqueles que preferem permanecer na casa dos pais mesmo tendo independência financeira; Geração Y - como são intitulados os jovens com alto nível de formação, decididos e senhores do seu destino ou mesmo Geração em crise, que são os jovens entre 25 e 30 anos que apesar de toda a preparação que tiveram não conseguem decidir o que fazer da vida.

Independente de qual seja a classificação, para que a abordagem fique completa precisamos incluir nela os nossos Jovens Excluídos – pertencentes às classes C, D e E, cujo aprendizado e formação se deram em escolas públicas, geralmente no período noturno, orientados por professores mal remunerados e em meio a traficantes e bandidos que fazem destas uma fonte de recrutamento de novos soldados.

Falar dos jovens que compõe as classe A e B tem algo de poético, pois, a indecisão vem do excesso em tudo que os cerca, seja computadores, celulares, I Pod, vídeo game, TV de LCD e quartos que mais parecem ilhas tecnológicas.

Criado entre muros de condomínios e corredores de Shopping, vigiado 24 horas por dia, resta muito pouco sobre o que decidir, assim eles crescem e tornam-se……quase nada.

A capa da revista Veja, de 18/02/09, trouxe o seguinte título: “ELES É QUE MANDAM”, a reportagem abordava o comportamento do adolescente de hoje e apresentou o resultado de uma pesquisa do Instituto INVENT na qual estimou-se que um adolescente da classe A, dos 13 aos 19 anos custa aos pais a nada desprezível quantia de R$ 727.000,00, considerando todos os gastos desde alimentação, roupas, escola aos mimos tecnológicos.

Suas vidas não conhecem a palavra desafio nem dificuldades. Tem a impressão ou pior, a certeza que o mundo esperava o nascimento deles.

Já os “Jovens Excluídos”, quase ninguém gosta de falar sobre eles, às vezes são lembrados por programas de jornalismo sensacionalista, focados mais no drama do que nas soluções que poderíamos apresentar para aqueles que representam mais de 85% do total dos nossos jovens.

Os nascidos nas classes C, D e E continuam nas mesmas condições de abandono de décadas atrás, trabalho forçado desde a infância e situação precária de ensino, na última década pouco se fez para melhorar as condições de aprendizado e oportunidade do jovem de baixa renda.

O sentimento que tenho é que estamos criando no nosso país um vácuo que será sentido nas próximas décadas, um período onde teremos ausência de talentos, sejam nas artes, política ou negócios.

Dos jovens excluídos, que são a grande maioria, pouco se pode esperar, até por que quase nada foi investido na formação dos mesmos, os raros que sobressaírem serão fruto de muito esforço próprio e não de um planejamento e apoio na formação desses valores.

Empreender o próprio destino seria o mínimo desejável para os nossos jovens nascidos em famílias que puderam proporcionar uma correta formação de personalidade seguindo princípios éticos e também uma formação educacional de qualidade, mas o que observamos em alguns casos são jovens sem rumo e sem direção. Tiveram tudo do bom e do melhor e pouco terão como contribuir para a evolução da nossa sociedade, cresceram sem um propósito firme.

Esta aí uma boa equação para ser resolvida, desviar o foco do quanto custa para o quanto conseguimos incentivar os nossos jovens, independente da classe social e se o pai investiu zero ou um milhão de reais na sua formação, pouco importa, temos que identificar o melhor de cada um deles.

Não se trata de um paralelo entre ricos e pobres, e sim de como e quanto estamos produzindo novos talentos e quais as oportunidades são oferecidas a eles para que se tornem produtivos.

Quando falamos em geração de talentos, independente da classe social, os Estados Unidos é um excelente exemplo, considerado a Meca do empreendedorismo, saíram de lá gênios das mais variadas espécies, dois em especial participaram da revolução do mundo moderno:

Bill Gates nasceu em família rica, estudou em Harvard, fundou a Microsoft, criou o Windows, o pacote Oficce e revolucionou a informática.
Já Steve Jobs, foi oferecido à adoção com uma semana de vida, seus pais não queriam o filho, foi adotado e criado por um casal de operários, segundo declarações do próprio Jobs, ele por pouco não virou delinqüente, sendo seduzido pelos mistérios da eletrônica, sua vida tomou novos rumos. Fundadou a Aplle, criou o Aplle II o Mac (computadores), Ipod, Itunes e de quebra os estúdios Pixar que engoliu a Disney Filmes.

São dois exemplos vivos, de jovens americanos de outrora que revolucionaram a informática, a tecnologia da informação, o celular, a forma como escutamos música, assistimos filmes infantis e outras novidades que ainda esperamos ser surpreendido por eles.

E por aqui, em terras brasileiras, em que estágio estamos na formação e geração de novos talentos?

A discussão está aberta!

Fonte: Blog do empreendedor


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E aí caros leitores, o que vocês acham do tema abordado? Qual a sua opinião?

08/02/2010

China fecha site que treinava hackers

O governo Chinês fechou um site que treinava hackers, mas a minha pergunta é: Se o governa sabia onde a sede física do site ficava, porque deixou que o site tivesse uma estrutura de atuação?
"Criado em 2005, o site era visto pela imprensa chinesa como o principal centro de treinamento de hackers do país. O site possuía 12 mil membros Vips, que ganhavam mensalidade e 170 mil usuários gratuitos. " (Portal Imprensa)

26/01/2010

Brasil pode importar álcool dos EUA

É parece uma coisa dificil de se acreditar, mas o Brasil pode importar álcool dos EUA."A possibilidade de importar etanol estaria em debate no governo como medida para aumentar a oferta na entressafra da cana, que tem elevado os preços do combustível. Na semana passada, o Estado noticiou que, para facilitar a importação, técnicos do governo estudavam a hipótese de zerar a alíquota de 20% para o etanol americano." Último Segundo

É isso mesmo, o maior consumidor mundial (e auto suficiente) de álcool combustível vai importar a mercadoria dos americanos. Não seria mais fácil dar incentivos para que os produtores aumentassem a produtividade e assim fazer estoques para a entre-safra?

20/01/2010

Realidade americana

Mais uma vez (isso lá já é tão comum quanto os traficantes no RJ e não estou me referindo apenas aos que dominam as favelas...) um atirador mata um monte de gente nos EUA.
"Um homem matou hoje pelo menos oito pessoas a tiros em uma zona florestal da localidade de Appomattox, na região central do estado da Virgínia (EUA), informaram as autoridades. (...) Por enquanto não se sabe o número de feridos e as causas que levaram Speight a realizar o ataque. Um helicóptero que tentou se aproximar teve que descer devido a um problema no tanque de combustível após ser atingido por quatro disparos."ZH
A violência nos EUA tornou-se um espetáculo midiático a ser vivido e praticado, por crianças, adolescentes e adultos que estão hipnotizados pela atual crise em que o país deles está enterrado e pela falta de cultura (sim americano também é ignorante!).

15/01/2010

Hospital de Porto Alegre oferece mão-de-obra para o Haiti

"O Grupo Hospitalar Conceição informou, nesta sexta-feira, que 100 profissionais da área da saúde – entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem – foram pré-selecionados para trabalhar como voluntários no Haiti. Desses, cerca de 40 deverão ser recrutados pelo Ministério da Saúde para a operação." Correio do Povo
O detalhe é que o Grupo Hospitalar Conceição é uma instituição que atende 100% SUS, e mesmo assim os seus funcionários se ofereceram para esta causa, gostaria de ver os grandes grupos hospitalares do país disponibilizarem seus profissionais, mas não apenas nesta ocasião!
Parabéns ao GHC e a todos os que prestam auxílio aos que precisam, mas vamos fazer isso também dentro da nossa casa.

14/01/2010

Economia americana, ainda agonizando...

Acabei de ler no G1 "As vendas no varejo nos Estados Unidos caíram 0,3% em dezembro de 2009, um mês no qual o comércio mostrou fragilidades em diferentes áreas de vendas, informou hoje o Departamento de Comércio americano." ainda segundo o mesmo site "Um fator que provavelmente afetou as vendas do mês passado, e especialmente as festas de fim de ano, foi uma forte tempestade de neve na semana antes do Natal. Como reflexo de uma menor ida de compradores às lojas, as vendas por catálogo e pela internet subiram 1,4%.".
Parece que ainda falta muito tempo para que os americanos saiam definitivamente da crise em que eles meteram o mundo inteiro.
Eu não sou nenhum especialista em crises econômicas, muito menos um daqueles seres que tudo sabem e tudo opinam, mas há algo que os americanos estão fazendo de errado, mas que acredito nem eles ainda perceberam o que é.
Nestes momentos fico aqui conversando com os meus botões (...) é melhor ser um mendigo que se tornou isso por perder o emprego num país rico (ex: EUA) ou ter um emprego num país em desenvolvimento (ex: Brasil)?
Abraços...

07/01/2010

Número de falências cai

O número de falências no Brasil caiu, segundo o site G1 "o número de empresas que decretaram falência atingiu o menor patamar desde 2005, segundo informou hoje a Serasa Experian.Ao todo, foram registrados 908 decretos de falência em todo país, abaixo dos 969 verificados em 2008 e dos 1,479 de 2007. As falências requeridas, por sua vez, totalizaram 2.371 em 2009, ante 2.243 no ano anterior.Segundo o levantamento, o ano passado foi recorde de queda também no que tange às microempresas, geralmente as mais fragilizadas em momentos de crise.".

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Isso é muito bom, pois demonstra que apesar de toda a classe "A" e alguns puxa-sacos destes detestarem o governo federal que aí está, o trabalho está sendo realizado.

01/01/2010

2010

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2010
2010
2010
2010...

ÓTIMO PARA TODOS!!!!!

24/12/2009

FELIZ NATAL


Desejo a todos os leitores deste blog um feliz natal e próspero ano novo.

23/12/2009

PARA DESCONTRAIR


NUNCA DEMONSTRE MEDO.

Schumi de volta à atividade

Schumi está de volta ao circo da Fórmula 1 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Isso mesmo, o alemão que usou de todos os meios para ganhar as corridas e os campeonatos que ganhou está de volta às corridas.
O site Uol Esporte informa "O que era esperado por todo o mundo do esporte foi anunciado de forma oficial na manhã desta quarta-feira. O alemão Michael Schumacher está de volta à Fórmula 1, de acordo com a escuderia alemã Mercedes GP. O heptacampeão, de 40 anos, será companheiro de seu compatriota Nico Rosberg, retorna ao circo da F-1 após três anos de aposentadoria e deve ganhar 7 milhões de euros por três anos de contrato.".

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Ele é um campeão do esporte, mas não esqueçamos que o alemão também usou de artimanhas não muito esportivas, como por exemplo, usar o Rubinho para ganhar corridas das quais não merecia a vitória.
Torço por ele, mas desde que haja de forma desportiva...

18/12/2009

Hugh Hefner, o fundador da Playboy

Estava navegando pela internet, e acabei achando uma entrevista que Hugh Hefner, fundador da Playboy concedeu à revista Veja.
Segue a entrevista:

Fonte: Veja On line

Veja – É verdade que o senhor já levou mais de 2.000 mulheres para a cama?
Hefner – Eu nunca fiz a conta, mas imagino que deva ficar em torno desse número. Gosto de deixar claro que sempre enfatizei qualidade e não quantidade em meus relacionamentos.

Veja – Depois de ter dormido com tantas garotas, é possível se lembrar de qual delas foi a melhor?
Hefner – Bem, eu sou um romântico, sabe? Invariavelmente a mulher ou as mulheres com quem estou no momento são as melhores de todas. Por isso, meus melhores relacionamentos são aqueles que mantenho com as seis namoradas que tenho atualmente, em especial com uma delas, Holly Madison. Ela é uma garota muito especial. A verdade é que tive relacionamentos maravilhosos durante todos estes anos.

Veja – Como é ter seis namoradas ao mesmo tempo, todas muito mais jovens que o senhor?
Hefner – É muito bom.

Veja – Elas não têm ciúme umas das outras?
Hefner – Não há ciúme. É um tipo de relacionamento simples e muito jovial. É como os outros relacionamentos que sempre tive. Na maioria das vezes fico com uma de cada vez, e, de forma geral, tudo funciona muito bem.

Veja – Como o senhor reagiria se uma de suas namoradas dissesse que gostaria de ter um segundo namorado?
Hefner – Eu já namorei garotas que ao mesmo tempo namoravam outros homens. Hoje prefiro que elas namorem apenas comigo. Esse tipo de relação aberta, na qual se namora uma pessoa que tem outro namorado, não me interessa mais. E, depois, teríamos um problema prático com isso. Minhas namoradas moram todas comigo na Mansão Playboy, e nós passamos muito tempo juntos. Não há espaço para outros namorados. Fazemos todo tipo de coisa juntos. No Natal, por exemplo, fizemos biscoitos para um orfanato e depois fomos ver um filme natalino na televisão.

Veja – É como se o senhor tivesse um harém?
Hefner – É mais ou menos isso. Mas acho que minhas garotas são muito mais felizes que as dos haréns.

Veja – O senhor foi um dos primeiros homens famosos a fazer propaganda do Viagra, o remédio para a impotência sexual. O senhor o usa regularmente?
Hefner – O Viagra é como a pílula anticoncepcional, uma conquista para a sexualidade. A pílula liberou a mulher para o sexo e o Viagra liberou o homem. No meu caso, com seis namoradas, é um recurso bem valioso.

Veja – Há quanto tempo o senhor usa esse remédio?
Hefner – Desde que saiu nos Estados Unidos, em 1998. Eu me lembro muito bem porque foi na época do meu aniversário. Meu médico receitou os comprimidos no fim de semana da festa. Foi o melhor aniversário de minha vida.

Veja – O senhor é famoso por suas festas. Qual foi a melhor?
Hefner – Minhas festas provavelmente são as melhores do mundo. Eu gosto em especial de uma que damos todos os anos em agosto, chamada Sonho de uma Noite de Verão. Reservamos vários quartos para os convidados, que assim podem dormir na mansão. Acho que é uma grande festa.

Veja – É verdade que os convidados aproveitam essas festas para participar de orgias em sua mansão?
Hefner – É provável que aconteçam orgias pelos cantos da casa, mas não é essa exatamente a finalidade da festa.

Veja – O senhor é invejado por milhões de homens. Acha que seu estilo de vida pode servir de modelo para outras pessoas?
Hefner – Para ser sincero, acho que esse estilo de vida não funciona para todo mundo. Penso que mais importante é mostrar às pessoas que não há apenas uma única forma de levar a vida. Acredito em casamento, acredito em criar filhos dentro de uma família, mas também acredito que é possível levar uma vida de solteiro, com namoradas e toda a liberdade. Nesse aspecto, minha crença básica é: há muitos caminhos para Meca.

Veja – O que o senhor diria às pessoas que o citam como um exemplo que deveria ser evitado?
Hefner – Há muitos conservadores e puritanos neste mundo. As crenças e o estilo de vida deles são escolhas pessoais. Eu acho que a vida é curta e precisa ser celebrada. Uma das razões pelas quais as pessoas são tão fascinadas com o que faço é que consegui redefinir outras possibilidades de viver.

Veja – O senhor teve um derrame nos anos 80. Isso influenciou sua maneira de encarar a vida?
Hefner – O fato de eu ter sobrevivido mudou toda a minha vida. Comecei a me cuidar melhor. Desde então, é como se alguém constantemente me desse um tapinha no ombro me lembrando que a vida é curta e que não é apenas trabalho. É preciso ter diversão também.

Veja – Uma de suas namoradas contou que faz regularmente teste de Aids e doenças sexualmente transmissíveis. O senhor também faz esses exames?
Hefner – Sim, eu faço. Eu sou cuidadoso com meu corpo. Saúde é fundamental.

Veja – É verdade que o senhor namora as garotas que posam para a Playboy, as playmates?
Hefner – Eu costumo ficar amigo e manter uma relação muito próxima com várias delas. Normalmente continuo em contato mesmo quando o namoro acaba. A Playboy é como se fosse uma família gigante, uma coisa muito especial. E tenho certeza de que se você for conversar com as mulheres que apareceram na revista ou que foram minhas namoradas vai encontrar o mesmo tipo de reação. Elas vão dizer que esse foi um momento muito especial da vida delas, que elas lembram com grande alegria. E eu também.

Veja – É possível conjugar casamento com a vida de dono da Playboy?
Hefner – Eu apostei duas vezes no casamento. O último durou dez anos e fui totalmente fiel. Mas sinceramente não foi um período bom de minha vida. Estou muito mais feliz hoje. Os últimos anos têm sido os mais felizes de minha vida.

Veja – Como o senhor definiria esses primeiros anos do século XXI sob o ponto de vista da liberdade sexual?
Hefner – Acho que vivemos numa época em que o conservadorismo de alguns aspectos se mistura com o liberalismo de outros. Do ponto de vista político, vivemos num período bastante conservador, mas as pessoas são bem liberais no aspecto social e sexual. Nos últimos anos surgiu uma geração que é muito mais ativa sexualmente e muito mais liberada que a anterior. É um avanço grande. Nos anos 80 e no início da década de 90 as pessoas eram muito mais conservadoras no aspecto da sexualidade.

Veja – O senhor acredita que é possível uma retomada de valores morais mais conservadores?
Hefner – Os anos 80 foram terríveis nos Estados Unidos. Vínhamos de um período de grande liberdade, que começou na segunda metade dos anos 60 e tomou toda a década de 70. Há um conflito contínuo na sociedade americana entre valores conservadores e liberais, particularmente no que diz respeito a sexo. Mas acho muito difícil voltar aos valores conservadores do passado. A maior razão para isso é a evolução tecnológica dos últimos anos. A internet, a comunicação de massa permitiram um acesso fenomenal a imagens de todo tipo e principalmente da sexualidade. É muito difícil, se não impossível, reverter tudo isso.

Veja – Esse tipo de liberação não leva a extremos como o excesso de pornografia na internet?
Hefner – A democracia e mesmo a liberdade são coisas perigosas. Elas exigem que as pessoas façam escolhas, e isso inclui excessos, mas acho que é a melhor maneira que se tem para viver a vida. A comunicação e a habilidade para conseguir mais informações são uma experiência libertadora.

Veja – O senhor não acha que a pornografia ultrapassou os limites do aceitável, com tantos sites de sexo e a exibição indiscriminada de cenas sensuais na televisão e no cinema?
Hefner – É claro que há excessos. Mas ainda penso que é importante compreender que esse é um preço a ser pago pela liberdade. É um preço pequeno. Sacrificar tudo o que conquistamos em nome desse tipo de problema é impensável. É óbvio que acredito que as crianças devem ser protegidas ao máximo e defendo que todo tipo de abuso de que elas possam ser vítimas tem de ser coibido e reprimido. Entre adultos, contudo, acho que a comunicação deve ser absolutamente livre, seja na internet, seja na televisão.

Veja – Logo que a revista Playboy foi fundada, há cinqüenta anos, virou o símbolo de um estilo de vida glamoroso. Esse tipo de existência é possível na vida real?
Hefner – Acho que sempre é possível viver com certo estilo e charme. Durante toda a minha vida tive esse objetivo. É um tipo de postura que valia no passado e ainda vale. Contudo, é preciso admitir que a vida tinha maior glamour no passado. A parte boa é que vivemos numa época mais confortável e lidamos melhor agora com questões como nudez e sexualidade que nos anos 50.

Veja – O senhor acha que vivemos uma época de vulgarização da sensualidade?
Hefner – As coisas estão muito escancaradas hoje, tanto o sexo quanto tudo o mais. O bombardeio de imagens e todo tipo de informação sobre a vida das celebridades tende a suprimir a aura que em outros tempos existiu em torno delas. Esse é o resultado de um processo que por um lado banaliza as coisas, mas por outro permite ganhos enormes em termos de liberdade individual. Nesse processo houve perdas e ganhos. A vida é assim.

Veja – O senhor leiloou diversos itens da coleção da Playboy no mês passado. Qual deles era o mais valioso para o senhor?
Hefner – A foto de Marilyn Monroe nua, que publicamos na primeira edição da Playboy. Era a peça mais valiosa, porque ela foi o começo de tudo.

Veja – Por que o senhor criou uma revista de mulher pelada?
Hefner – Eu queria fazer uma revista de estilo de vida com enfoque no sexo. Uma revista para o homem jovem e urbano. Queria também uma revista que fosse uma reação ao puritanismo insuportável daquela época. Juntei 8 000 dólares, dinheiro que veio de amigos e parentes, os investidores do negócio. De meu bolso mesmo eram só 600 dólares, ainda assim emprestados. A revista não tinha nem data na capa, para poder durar mais tempo caso encalhasse.

Veja – Como o senhor conseguiu a foto de Marilyn Monroe nua para sua primeira edição?
Hefner – A foto, feita por Tom Kelley, era muito famosa, mas pouquíssimas pessoas a haviam visto de fato. Eu era jovem e lembro como era difícil conseguir fotografias de mulheres nuas. O correio se recusava a entregá-las por considerar o material obsceno. Quando comecei a preparar a primeira edição da Playboy, lembrei da foto da Marilyn. Comprei a foto e os direitos de uma agência em Chicago por 500 dólares. Não só imprimi a foto no pôster como consegui despachar a revista para todo o país pelo correio.

Veja – O senhor conheceu Marilyn?
Hefner – Não pessoalmente. Apenas falei com Marilyn por telefone pouco antes de ela morrer. Negociávamos uma capa ou uma edição especial que acabou ficando apenas na intenção. Meu irmão teve mais sorte. Estudou com ela no curso de atores de Lee Strasberg, em Nova York.

Veja – O que o senhor acha das mulheres brasileiras?
Hefner – São belíssimas. Nossa edição de dezembro teve na capa as gêmeas Sarah e Deisi Teles. Elas vieram fazer as fotos aqui e eu até as convidei para ficar na Mansão Playboy. Apesar de acreditar que a beleza é universal, acho a beleza das brasileiras grandiosa, muito excitante.

Veja – E a modelo Gisele Bündchen?
Hefner – A namorada do Leonardo? (Leonardo DiCaprio, ator americano e freqüentador assíduo das festas da Playboy.) Ela é esplêndida. Ainda não a conheci pessoalmente, mas conheço bem seu trabalho como modelo. Eu adoraria vê-la em minha revista.

Veja – Quais são as melhores playmates da Playboy nesses cinqüenta anos?
Hefner – Pamela Anderson, Cindy Crawford e, na categoria histórica, Bettie Page e Brigitte Bardot. E, é claro, Marilyn, acima de todas.

Veja – E quais as mulheres que o senhor gostaria de ver em breve em sua revista?
Hefner – Mulheres populares e com grande sex appeal, como Britney Spears, Sarah Jones e J-Lo (Jennifer Lopez). Acho que nesse aspecto é importante dizer que a maioria das mulheres mais belas dos últimos cinqüenta anos apareceu nua na Playboy.

Veja – Qual mulher o senhor gostaria de ter visto na revista e que nunca aceitou aparecer?
Hefner – Deve ter havido alguma no passado, mas não consigo me lembrar de ninguém.

17/12/2009

Texto de Einstein

Navegando pela internet achei este texto referido ao grande Albert Einstein.

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

Fonte: Blog do empreendedor

06/12/2009

INTERESSANTE

Estive no site Anthropos e li um texto do Profº Marins que achei bem propício que algumas pessoas que condenam outras pessoas o leiam.
Segue o texto:

Antes de censurar, criticar ou ridicularizar alguém por alguma atitude ou comportamento, lembre-se do seu próprio passado. Veja se aquilo que você está censurando nos outros, você também não fez um dia. Vejo pessoas que criticam outras, sem perceberem que no passado tiveram comportamento semelhante.
Isso acontece entre chefes e subordinados, empregados e patrões, ricos e pobres. É comum uma pessoa que foi promovida a chefe esquecer-se de como pensava e agia quando era subordinada. Empresários se esquecem com facilidade dos tempos em que eram empregados. Pessoas que se tornaram ricas perdem a sensibilidade de lembrar como pensavam e agiam nos tempos de dificuldade financeira. Sem lembrar do seu próprio passado, essas pessoas censuram, criticam e até ridicularizam comportamentos e atitudes que elas mesmas tiveram no passado. Perdem a sensibilidade. Não deixe isso acontecer com você.
Até mesmo pais e professores se esquecem do passado com facilidade. Pais criticam seus filhos por comportamentos que tiveram quando eram crianças ou jovens. Professores censuram seus alunos por atitudes que tinham quando estavam sentados nos bancos escolares. E o mais interessante é que, numa enquete que fizemos entre adultos em geral, eles próprios afirmaram que tinham, na situação anterior, comportamentos piores e mais condenáveis do que os que hoje censuram.
Um chefe, para exercer bem a sua chefia, não pode perder a sensibilidade de subordinado. Da mesma forma, um pai ou mãe não pode esquecer-se de sua infância e juventude para educar bem seus filhos. Um professor, para ser justo com seus alunos, deve lembrar-se sempre de seus tempos de estudante. Vejo, com tristeza e até repúdio, pessoas ricas que humilham as mais pobres por se esquecerem do que sentiam no passado, ao serem humilhadas pelos mais abastados.
Não deixe isso acontecer com você. Não apague o seu passado, pelo contrário. Use-o para ser mais justo, mais honesto, mais ético, mais afetuoso, mais humano.
Pense nisso. Sucesso!

Fonte: Anthropos

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Prezados antes de pensarem em humilhar ou condenar alguém pense se você não teve já aquele mesmo comportamento.
Abraços...

04/12/2009

Pão de açúcar e Casas Bahia

Acabei de ler que o Pão de Açúcar (o Grupo empresarial e não o bondinho) e as Casas Bahia estão operando juntos.
Segundo o site ClicRbs "O grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia anunciaram nesta sexta-feira um acordo de fusão para integrar negócios no setor de varejo e de comércio eletrônico.", ainda segundo o mesmo site "Segundo comunicado divulgado pelo Pão de Açúcar, a associação tem o objetivo de unir as operações de Ponto Frio (Globex), Casas Bahia e Extra Eletro (Grupo Pão de Açúcar) para aumentar o sortimento de produtos, melhorar o atendimento e facilitar o acesso ao crédito. (...) Segundo comunicado, o Pão de Açúcar irá transferir para a Globex, por R$ 120 milhões, todos os estabelecimentos comerciais onde atualmente são operados negócios de varejo de bens duráveis, exceto os negócios de comercialização de bens duráveis que opera em seus supermercados e hipermercados - que não integram a associação. Na nota, o grupo cita como varejo a ser transferido a Lojas Extra-Eletro.".

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Acho que realmente é muito bom para a economia do país que esta fusão ocorra, pois demonstra que as empresas do país estão sólidas e firmes no mercado.
Só espero que esta fusão seja também seja benéfica para os consumidores...

29/11/2009

Dubai: Ilha da fantasia ou pesadelo?

Vocês ficaram sabendo que Dubai pediu mais prazo para poder pagar as suas contas? Pois é, parece que lá no mundo árabe, também dinheiro não dá em árvore, ou como lá é deserto não dá em areia.
No site do ZH "Dubai voltou a colocar a palavra crise nos pesadelos mais imediatos dos investidores, mas, no Brasil, as primeiras impressões são de que a ameaça de calote do fabuloso emirado das ilhas artificiais não deverá contaminar o otimismo com o desempenho da economia nacional no restante do ano e tampouco em 2010.".
Ainda bem que o Brasil não caiu no conto das arábias, pois senão a coisa seria mais séria.
Já segundo o site do O globo "Dubai sacudiu o mundo financeiro em 25 de novembro ao pedir aos credores do Dubai World, o conglomerado por trás de sua rápida expansão, e da Nakheel, construtora de suas ilhas, que aguardem o pagamento de bilhões de dólares em dívida, em um primeiro passo de uma reestruturação. ".
Só espero que agora não venham os países do primeiro mundo querer ensinar o padre a rezar missa, pois essa crise toda que a economia do planeta está enfrentado é culpa deles. Com empréstimos sem capacidade de pagamento e etc...

14/11/2009

?! Técnica de enfermagem ?!

Acabei de ler no site da ZH que uma técnica de enfermagem sedava recém-nascidos. Segundo o delegado que está cuidando do caso "durante o caminho até a delegacia Vanessa relatou alguns detalhes sobre o caso. Ao chegar à delegacia, o delegado mostrou a ela a seringa. Vanessa, então, começou a chorar e admitiu que sedou os bebês.O delegado disse, ainda, que Vanessa sofre de graves perturbações. Ela teria relatado problemas de cunho religioso, além de casos de tentativa de suicídio na família e uma frustração por não ter se tornado médica. De acordo com a polícia, tudo isso teria motivado Vanessa a cometer o crime.".

Fonte: ZH

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Como pode uma profissional que tem dentre as suas funções a de salvar vidas fazer uma coisa dessas?!

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