Fico me perguntando, se agora uma inflação na casa de 1% ou um pouco mais já se dá um alarde, o que aconteceria se a inflação de 50% para cima ao mês voltasse?
Pense nisso...
parabéns mulheres
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pelaONU (Organização das Nações Unidas). Sua pesquisa
Nunca houve tantos conceitos para explicar o comportamento dos nossos jovens atuais, pode ser Geração Canguru - que são aqueles que preferem permanecer na casa dos pais mesmo tendo independência financeira; Geração Y - como são intitulados os jovens com alto nível de formação, decididos e senhores do seu destino ou mesmo Geração em crise, que são os jovens entre 25 e 30 anos que apesar de toda a preparação que tiveram não conseguem decidir o que fazer da vida.
Independente de qual seja a classificação, para que a abordagem fique completa precisamos incluir nela os nossos Jovens Excluídos – pertencentes às classes C, D e E, cujo aprendizado e formação se deram em escolas públicas, geralmente no período noturno, orientados por professores mal remunerados e em meio a traficantes e bandidos que fazem destas uma fonte de recrutamento de novos soldados.
Falar dos jovens que compõe as classe A e B tem algo de poético, pois, a indecisão vem do excesso em tudo que os cerca, seja computadores, celulares, I Pod, vídeo game, TV de LCD e quartos que mais parecem ilhas tecnológicas.
Criado entre muros de condomínios e corredores de Shopping, vigiado 24 horas por dia, resta muito pouco sobre o que decidir, assim eles crescem e tornam-se……quase nada.
A capa da revista Veja, de 18/02/09, trouxe o seguinte título: “ELES É QUE MANDAM”, a reportagem abordava o comportamento do adolescente de hoje e apresentou o resultado de uma pesquisa do Instituto INVENT na qual estimou-se que um adolescente da classe A, dos 13 aos 19 anos custa aos pais a nada desprezível quantia de R$ 727.000,00, considerando todos os gastos desde alimentação, roupas, escola aos mimos tecnológicos.
Suas vidas não conhecem a palavra desafio nem dificuldades. Tem a impressão ou pior, a certeza que o mundo esperava o nascimento deles.
Já os “Jovens Excluídos”, quase ninguém gosta de falar sobre eles, às vezes são lembrados por programas de jornalismo sensacionalista, focados mais no drama do que nas soluções que poderíamos apresentar para aqueles que representam mais de 85% do total dos nossos jovens.
Os nascidos nas classes C, D e E continuam nas mesmas condições de abandono de décadas atrás, trabalho forçado desde a infância e situação precária de ensino, na última década pouco se fez para melhorar as condições de aprendizado e oportunidade do jovem de baixa renda.
O sentimento que tenho é que estamos criando no nosso país um vácuo que será sentido nas próximas décadas, um período onde teremos ausência de talentos, sejam nas artes, política ou negócios.
Dos jovens excluídos, que são a grande maioria, pouco se pode esperar, até por que quase nada foi investido na formação dos mesmos, os raros que sobressaírem serão fruto de muito esforço próprio e não de um planejamento e apoio na formação desses valores.
Empreender o próprio destino seria o mínimo desejável para os nossos jovens nascidos em famílias que puderam proporcionar uma correta formação de personalidade seguindo princípios éticos e também uma formação educacional de qualidade, mas o que observamos em alguns casos são jovens sem rumo e sem direção. Tiveram tudo do bom e do melhor e pouco terão como contribuir para a evolução da nossa sociedade, cresceram sem um propósito firme.
Esta aí uma boa equação para ser resolvida, desviar o foco do quanto custa para o quanto conseguimos incentivar os nossos jovens, independente da classe social e se o pai investiu zero ou um milhão de reais na sua formação, pouco importa, temos que identificar o melhor de cada um deles.
Não se trata de um paralelo entre ricos e pobres, e sim de como e quanto estamos produzindo novos talentos e quais as oportunidades são oferecidas a eles para que se tornem produtivos.
Quando falamos em geração de talentos, independente da classe social, os Estados Unidos é um excelente exemplo, considerado a Meca do empreendedorismo, saíram de lá gênios das mais variadas espécies, dois em especial participaram da revolução do mundo moderno:
Bill Gates nasceu em família rica, estudou em Harvard, fundou a Microsoft, criou o Windows, o pacote Oficce e revolucionou a informática.
Já Steve Jobs, foi oferecido à adoção com uma semana de vida, seus pais não queriam o filho, foi adotado e criado por um casal de operários, segundo declarações do próprio Jobs, ele por pouco não virou delinqüente, sendo seduzido pelos mistérios da eletrônica, sua vida tomou novos rumos. Fundadou a Aplle, criou o Aplle II o Mac (computadores), Ipod, Itunes e de quebra os estúdios Pixar que engoliu a Disney Filmes.
São dois exemplos vivos, de jovens americanos de outrora que revolucionaram a informática, a tecnologia da informação, o celular, a forma como escutamos música, assistimos filmes infantis e outras novidades que ainda esperamos ser surpreendido por eles.
E por aqui, em terras brasileiras, em que estágio estamos na formação e geração de novos talentos?
A discussão está aberta! Veja – É verdade que o senhor já levou mais de 2.000 mulheres para a cama?
Hefner – Eu nunca fiz a conta, mas imagino que deva ficar em torno desse número. Gosto de deixar claro que sempre enfatizei qualidade e não quantidade em meus relacionamentos.
Veja – Depois de ter dormido com tantas garotas, é possível se lembrar de qual delas foi a melhor?
Hefner – Bem, eu sou um romântico, sabe? Invariavelmente a mulher ou as mulheres com quem estou no momento são as melhores de todas. Por isso, meus melhores relacionamentos são aqueles que mantenho com as seis namoradas que tenho atualmente, em especial com uma delas, Holly Madison. Ela é uma garota muito especial. A verdade é que tive relacionamentos maravilhosos durante todos estes anos.
Veja – Como é ter seis namoradas ao mesmo tempo, todas muito mais jovens que o senhor?
Hefner – É muito bom.
Veja – Elas não têm ciúme umas das outras?
Hefner – Não há ciúme. É um tipo de relacionamento simples e muito jovial. É como os outros relacionamentos que sempre tive. Na maioria das vezes fico com uma de cada vez, e, de forma geral, tudo funciona muito bem.
Veja – Como o senhor reagiria se uma de suas namoradas dissesse que gostaria de ter um segundo namorado?
Hefner – Eu já namorei garotas que ao mesmo tempo namoravam outros homens. Hoje prefiro que elas namorem apenas comigo. Esse tipo de relação aberta, na qual se namora uma pessoa que tem outro namorado, não me interessa mais. E, depois, teríamos um problema prático com isso. Minhas namoradas moram todas comigo na Mansão Playboy, e nós passamos muito tempo juntos. Não há espaço para outros namorados. Fazemos todo tipo de coisa juntos. No Natal, por exemplo, fizemos biscoitos para um orfanato e depois fomos ver um filme natalino na televisão.
Veja – É como se o senhor tivesse um harém?
Hefner – É mais ou menos isso. Mas acho que minhas garotas são muito mais felizes que as dos haréns.
Veja – O senhor foi um dos primeiros homens famosos a fazer propaganda do Viagra, o remédio para a impotência sexual. O senhor o usa regularmente?
Hefner – O Viagra é como a pílula anticoncepcional, uma conquista para a sexualidade. A pílula liberou a mulher para o sexo e o Viagra liberou o homem. No meu caso, com seis namoradas, é um recurso bem valioso.
Veja – Há quanto tempo o senhor usa esse remédio?
Hefner – Desde que saiu nos Estados Unidos, em 1998. Eu me lembro muito bem porque foi na época do meu aniversário. Meu médico receitou os comprimidos no fim de semana da festa. Foi o melhor aniversário de minha vida.
Veja – O senhor é famoso por suas festas. Qual foi a melhor?
Hefner – Minhas festas provavelmente são as melhores do mundo. Eu gosto em especial de uma que damos todos os anos em agosto, chamada Sonho de uma Noite de Verão. Reservamos vários quartos para os convidados, que assim podem dormir na mansão. Acho que é uma grande festa.
Veja – É verdade que os convidados aproveitam essas festas para participar de orgias em sua mansão?
Hefner – É provável que aconteçam orgias pelos cantos da casa, mas não é essa exatamente a finalidade da festa.
Veja – O senhor é invejado por milhões de homens. Acha que seu estilo de vida pode servir de modelo para outras pessoas?
Hefner – Para ser sincero, acho que esse estilo de vida não funciona para todo mundo. Penso que mais importante é mostrar às pessoas que não há apenas uma única forma de levar a vida. Acredito em casamento, acredito em criar filhos dentro de uma família, mas também acredito que é possível levar uma vida de solteiro, com namoradas e toda a liberdade. Nesse aspecto, minha crença básica é: há muitos caminhos para Meca.
Veja – O que o senhor diria às pessoas que o citam como um exemplo que deveria ser evitado?
Hefner – Há muitos conservadores e puritanos neste mundo. As crenças e o estilo de vida deles são escolhas pessoais. Eu acho que a vida é curta e precisa ser celebrada. Uma das razões pelas quais as pessoas são tão fascinadas com o que faço é que consegui redefinir outras possibilidades de viver.
Veja – O senhor teve um derrame nos anos 80. Isso influenciou sua maneira de encarar a vida?
Hefner – O fato de eu ter sobrevivido mudou toda a minha vida. Comecei a me cuidar melhor. Desde então, é como se alguém constantemente me desse um tapinha no ombro me lembrando que a vida é curta e que não é apenas trabalho. É preciso ter diversão também.
Veja – Uma de suas namoradas contou que faz regularmente teste de Aids e doenças sexualmente transmissíveis. O senhor também faz esses exames?
Hefner – Sim, eu faço. Eu sou cuidadoso com meu corpo. Saúde é fundamental.
Veja – É verdade que o senhor namora as garotas que posam para a Playboy, as playmates?
Hefner – Eu costumo ficar amigo e manter uma relação muito próxima com várias delas. Normalmente continuo em contato mesmo quando o namoro acaba. A Playboy é como se fosse uma família gigante, uma coisa muito especial. E tenho certeza de que se você for conversar com as mulheres que apareceram na revista ou que foram minhas namoradas vai encontrar o mesmo tipo de reação. Elas vão dizer que esse foi um momento muito especial da vida delas, que elas lembram com grande alegria. E eu também.
Veja – É possível conjugar casamento com a vida de dono da Playboy?
Hefner – Eu apostei duas vezes no casamento. O último durou dez anos e fui totalmente fiel. Mas sinceramente não foi um período bom de minha vida. Estou muito mais feliz hoje. Os últimos anos têm sido os mais felizes de minha vida.
Veja – Como o senhor definiria esses primeiros anos do século XXI sob o ponto de vista da liberdade sexual?
Hefner – Acho que vivemos numa época em que o conservadorismo de alguns aspectos se mistura com o liberalismo de outros. Do ponto de vista político, vivemos num período bastante conservador, mas as pessoas são bem liberais no aspecto social e sexual. Nos últimos anos surgiu uma geração que é muito mais ativa sexualmente e muito mais liberada que a anterior. É um avanço grande. Nos anos 80 e no início da década de 90 as pessoas eram muito mais conservadoras no aspecto da sexualidade.
Veja – O senhor acredita que é possível uma retomada de valores morais mais conservadores?
Hefner – Os anos 80 foram terríveis nos Estados Unidos. Vínhamos de um período de grande liberdade, que começou na segunda metade dos anos 60 e tomou toda a década de 70. Há um conflito contínuo na sociedade americana entre valores conservadores e liberais, particularmente no que diz respeito a sexo. Mas acho muito difícil voltar aos valores conservadores do passado. A maior razão para isso é a evolução tecnológica dos últimos anos. A internet, a comunicação de massa permitiram um acesso fenomenal a imagens de todo tipo e principalmente da sexualidade. É muito difícil, se não impossível, reverter tudo isso.
Veja – Esse tipo de liberação não leva a extremos como o excesso de pornografia na internet?
Hefner – A democracia e mesmo a liberdade são coisas perigosas. Elas exigem que as pessoas façam escolhas, e isso inclui excessos, mas acho que é a melhor maneira que se tem para viver a vida. A comunicação e a habilidade para conseguir mais informações são uma experiência libertadora.
Veja – O senhor não acha que a pornografia ultrapassou os limites do aceitável, com tantos sites de sexo e a exibição indiscriminada de cenas sensuais na televisão e no cinema?
Hefner – É claro que há excessos. Mas ainda penso que é importante compreender que esse é um preço a ser pago pela liberdade. É um preço pequeno. Sacrificar tudo o que conquistamos em nome desse tipo de problema é impensável. É óbvio que acredito que as crianças devem ser protegidas ao máximo e defendo que todo tipo de abuso de que elas possam ser vítimas tem de ser coibido e reprimido. Entre adultos, contudo, acho que a comunicação deve ser absolutamente livre, seja na internet, seja na televisão.
Veja – Logo que a revista Playboy foi fundada, há cinqüenta anos, virou o símbolo de um estilo de vida glamoroso. Esse tipo de existência é possível na vida real?
Hefner – Acho que sempre é possível viver com certo estilo e charme. Durante toda a minha vida tive esse objetivo. É um tipo de postura que valia no passado e ainda vale. Contudo, é preciso admitir que a vida tinha maior glamour no passado. A parte boa é que vivemos numa época mais confortável e lidamos melhor agora com questões como nudez e sexualidade que nos anos 50.
Veja – O senhor acha que vivemos uma época de vulgarização da sensualidade?
Hefner – As coisas estão muito escancaradas hoje, tanto o sexo quanto tudo o mais. O bombardeio de imagens e todo tipo de informação sobre a vida das celebridades tende a suprimir a aura que em outros tempos existiu em torno delas. Esse é o resultado de um processo que por um lado banaliza as coisas, mas por outro permite ganhos enormes em termos de liberdade individual. Nesse processo houve perdas e ganhos. A vida é assim.
Veja – O senhor leiloou diversos itens da coleção da Playboy no mês passado. Qual deles era o mais valioso para o senhor?
Hefner – A foto de Marilyn Monroe nua, que publicamos na primeira edição da Playboy. Era a peça mais valiosa, porque ela foi o começo de tudo.
Veja – Por que o senhor criou uma revista de mulher pelada?
Hefner – Eu queria fazer uma revista de estilo de vida com enfoque no sexo. Uma revista para o homem jovem e urbano. Queria também uma revista que fosse uma reação ao puritanismo insuportável daquela época. Juntei 8 000 dólares, dinheiro que veio de amigos e parentes, os investidores do negócio. De meu bolso mesmo eram só 600 dólares, ainda assim emprestados. A revista não tinha nem data na capa, para poder durar mais tempo caso encalhasse.
Veja – Como o senhor conseguiu a foto de Marilyn Monroe nua para sua primeira edição?
Hefner – A foto, feita por Tom Kelley, era muito famosa, mas pouquíssimas pessoas a haviam visto de fato. Eu era jovem e lembro como era difícil conseguir fotografias de mulheres nuas. O correio se recusava a entregá-las por considerar o material obsceno. Quando comecei a preparar a primeira edição da Playboy, lembrei da foto da Marilyn. Comprei a foto e os direitos de uma agência em Chicago por 500 dólares. Não só imprimi a foto no pôster como consegui despachar a revista para todo o país pelo correio.
Veja – O senhor conheceu Marilyn?
Hefner – Não pessoalmente. Apenas falei com Marilyn por telefone pouco antes de ela morrer. Negociávamos uma capa ou uma edição especial que acabou ficando apenas na intenção. Meu irmão teve mais sorte. Estudou com ela no curso de atores de Lee Strasberg, em Nova York.
Veja – O que o senhor acha das mulheres brasileiras?
Hefner – São belíssimas. Nossa edição de dezembro teve na capa as gêmeas Sarah e Deisi Teles. Elas vieram fazer as fotos aqui e eu até as convidei para ficar na Mansão Playboy. Apesar de acreditar que a beleza é universal, acho a beleza das brasileiras grandiosa, muito excitante.
Veja – E a modelo Gisele Bündchen?
Hefner – A namorada do Leonardo? (Leonardo DiCaprio, ator americano e freqüentador assíduo das festas da Playboy.) Ela é esplêndida. Ainda não a conheci pessoalmente, mas conheço bem seu trabalho como modelo. Eu adoraria vê-la em minha revista.
Veja – Quais são as melhores playmates da Playboy nesses cinqüenta anos?
Hefner – Pamela Anderson, Cindy Crawford e, na categoria histórica, Bettie Page e Brigitte Bardot. E, é claro, Marilyn, acima de todas.
Veja – E quais as mulheres que o senhor gostaria de ver em breve em sua revista?
Hefner – Mulheres populares e com grande sex appeal, como Britney Spears, Sarah Jones e J-Lo (Jennifer Lopez). Acho que nesse aspecto é importante dizer que a maioria das mulheres mais belas dos últimos cinqüenta anos apareceu nua na Playboy.
Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.
Fonte: Blog do empreendedor