22/01/2012

Quem me conhece

   Quem me conhece, sabe que quando pinta uma oportunidade de montar um negócio própio, gosto de me arriscar nas incertezas do mundinho que cerca a vida de quem gosta de empreender.
    Preciso ficar constantemente me policiando para não escolher por caminhos não tão lucrativos, ainda bem que tenho minha esposa que me ajuda a avaliar cada oportunidade que aparece. Hoje estou trabalhando como empregado e tenho paralelamente uma iniciativa em polimento e espelhamento de veículos, mas sinto que preciso ficar permanentemente procurando algo para empreender e "dar um peitaço" em busca da independência financeira (se é que isso existe...) ou pelo menos de algo que possa me oportunizar ganhar mais $ trabalhando para mim.
   Quem gosta de montar pequenos negócios provavelmente entende o que estou tentando descrever, ou seja, se precisar trabalhar de domingo a domingo, mais de 10 horas diárias, mas que seja para ter lucro e satisfação profissional e pessoal (mesmo que esgotado pelo trabalho) não tem nenhum problema.
   Bem, acho que falei o que estava com vontade, de resto é resto.

  

13/01/2012

Flanelinhas

 Acabei d eler no blog do Juremir Machado o que ele postou sobre os flanelinhas, e como concordo com o que ele disse re-posto aqui, segue:


Novo Hamburgo proibiu os flanelinhas. Vai botá-los na cadeia? Porto Alegre quer regulamentar a profissão de flanelinha. Dois enfoques, dois mundos. Novo Hamburgo é administrada pelo PT. Porto Alegre por PDT e PMDB. Os petistas, tradicionais defensores dos chamados, segundo o clichê, fracos e oprimidos, não deveriam ser os principais defensores dos “guardadores” de carros nas ruas? O problema é interessantemente complexo. Eu já fui contra os flanelinhas baseado na ideia pertinente de que a rua é um espaço público e ninguém pode, salvo o ente público, cobrar pelo uso do que é de todos. É um legalismo correto. A vida, porém, vai além dos legalismos formalistas, que podem ser corretos, mas não justos. Nem realistas.







O flanelinha é um produto da desigualdade.






Tentar reprimi-los é guerra perdida. Não imagino que exista possibilidade legal de prendê-los e de mantê-los na cadeia. Mesmo que houvesse essa possibilidade, seria injusto e imoral num país em que os crimes de verdade não geram grandes punições. Vai botar na cadeia um flanelinha enquanto o crime de colarinho branco corre solto? Vai criar uma brigada de caça ao flanelinha enquanto os grandes criminosos passeiam de jatinho? Fala sério! Proibir os flanelinhas é um legalismo idiota. E fadado ao rotundo fracasso. Os flanelinhas existem porque a sociedade não consegue dar-lhes outra perspectiva. Num país em que as altas taxas de juro fazem redistribuição de renda em favor dos banqueiros, flanelinha é mal menor. Melhor organizá-los. A contribuição dada pelos motoristas aos flanelinhas é uma modalidade de distribuição de renda. Ajuda a diminuir o conflito entre os desiguais.






Se eu fosse vereador, apresentaria um projeto de lei: acabar com as áreas azuis e entregar tudo para os flanelinhas. O dinheiro dado aos flanelinhas jamais é desviado do destino original. É uma modalidade de participação dos indivíduos no funcionamento da cidade. Democracia direta. Não é diferente das leis de incentivo à cultura em que o Estado abre mãos de impostos que são aplicados diretamente pelas empresas em obras e artistas escolhidos por elas. O flanelinha pode ser visto também como uma terceirização informal de serviços de estacionamento em vias públicas. Dispensa licitação, propina e burocracia, cria empregos, diminui a criminalidade e evita o inchaço do funcionalismo. O secretário César Buzatto quer legalizar os flanelinhas.






O flanelinha é duplamente útil: protege os carros de assaltantes e dele mesmo. Reafirmo: o flanelinha tem função social. Além disso, obriga o motorista a sair do seu egoísmo de classe e a colaborar com os mais desfavorecidos, gerando um sistema de solidariedade social informal, negociado e eficaz. O flanelinha faz parte da autogestão de uma cidade. Corta caminho. Se o Estado vai arrecadar para depois redistribuir como ajuda social, melhor ir direto ao ponto, ainda mais que se trata de uma ocupação, de um trabalho, com expediente, troca de turno, organização e segurança. Daí a minha nova campanha: deixem o pobre do flanelinha trabalhar em paz.

 Pra quem quiser ver o blog do cara, segue o link: Juremir Machado



04/01/2012

Vida

  Hoje estou afim de falar, mas sem nenhum assunto em específico (...) apenas distribuir palavrs talvez elas tenham algum sentido, alguma sintonia entre elas ou talvez não, vai saber...
  As vezes fico pensando que se tivesse feito escolhas profissionais diferentes nessa minha já teria a minha tão sonhada Harley Davidson (sim, um dia ainda terei uma moto mítica), mas logo passa outro pensamento pelo meu cérebro (sim eu tenho um ), será que outras escolhas me possibilitariam ter o que eu tenho agora?
  Penso, e continuo a pensar... As vezes acerto "palpites" sobre o comportamento das pessoas, e todos sabem que não há animal mais imprevisível do que o ser humano, mas nunca consigo acertar pelo menos 5 dos 6 números da megasena!!!! :-(
  Mas, é melhor errar os números da megasena sempre do que errar uma única vez o sinal vermelho de um cruzamento movimentado.... he he he
até a próxima

30/12/2011

Dicas para levar uma empresa a falência

Estive lendo o site Saia do Lugar e me deparei com algumas dicas para levar uma empresa a falência, como achei inusitado e ao mesmo tempo necessário, decidi postar as dicas aqui, segue logo abaixo:
Observe:




1- Ao fechar o primeiro grande contrato, inunde a sua percepção de que de agora em diante tudo vai dar certo e passe a gastar por conta, tendo a certeza de que muitos outros virão.



2- Se você está começando e antes trabalhava em uma grande empresa como executivo, de forma alguma deixe de lado as comodidades de antigamente. Jamais comece a sua pequena empresa sem uma boa secretária bilíngue, nunca se estabeleça em um endereço modesto com um pequeno espaço, e invista pesado na decoração.



3- Logo no início, independentemente do porte do seu negócio ou mesmo da necessidade, trabalhe duro para adequar a sua cultura empresarial aos modismos de gestão da ocasião. Persiga-os nas publicações especializadas, investindo tempo e dinheiro nisso.



4- Não se preocupe em ter um bom contador, e não perca tempo com a questão administrativa e documental.



5- Mantenha sempre um cego e exuberante otimismo, pois ser pragmático e cuidadoso representam comportamentos retrógados e conservadores que em nada representam os novos tempos de crescimento ininterrupto e progresso sem fim. Não peca o seu tempo avaliando os riscos, e deixe de uma vez por todas os pensamentos negativos para trás.



6- Reaja com irritação, sempre que escutar um relato ou análise sobre determinado problema, que não coincida com a sua opinião.



7- Peça sugestões para os problemas e questões da empresa, mas ao escutá-las apoie apenas e exclusivamente aquelas ou aquela pessoa que expressou ideias que coincidam com as suas.



8- Fortaleça e promova única e exclusivamente, os colaboradores que lhe dirijam elogios, reconhecimento, aceitação e apoio como chefe.



9- No trato com seus colaboradores e ao transmitir instruções ou orientações, não seja prático ou direto. Adote uma comunicação oblíqua, difusa, holística e rarefeita. Abandone para sempre o hábito da objetividade.



10- Combata as atitudes e posicionamentos dotados de personalidade e senso crítico, promovendo sempre o “senso comum” e as “frases de efeito”.



11- Não admita em nenhuma hipótese os erros que você mesmo cometeu. Isso pode enfraquecer a sua liderança.



12- Desaprove com vigor aqueles que assumem os seus próprios erros, por mais honestos que sejam, afinal de contas a sua empresa nasceu para ser grande e por isso mesmo é um lugar para profissionais perfeitos.



Geração Y

 Estive lendo no site ADMINISTRADORES, que um dos maiores desafios da gestão moderna é como integrar o pessoal da famosa "Geração Y", tem até um trecho da matéria que diz o seguinte "O gestor terá mais sucesso e será admirado se souber ouvir, for acessível e bem informado apresentando sempre números e dados complementares. Pois ao contrário do que se pensa, esses jovens gostam de aprofundar seus conhecimentos.".
 Acredito que não apenas os jovens gostam de respeito e educação no ambiente de trabalho, assim como em qualquer outro ambiente, mas que todas as pessoas de todas as faixas etárias apreciam ser tratadas com educação e respeito.
 Fico um pouco com o pé atrás quando um bando de especialistas começam a falar a mesma coisa, com o mesmo contexto, apenas alterando algumas palavras.
 Claro que todos somos diferentes uns dos outros como seres humanos, mas tipificar o ser humano é ariscado, pois assim estaremos a caminho da rotulação...

15/12/2011

Lei da palmada

  Ainda estou com a minha opinião sobre essa nova lei da palmada sendo formada, digo sendo formada, pois ainda não li o texto da lei, mas tendo a não aceitá-la de forma tão fácil.
  Quantas vezes você mesmo já deve ter presenciado pessoas que estão aguardando nas filas do SUS, ou que estão sem saneamento básico? Me refiro a isso pois, antes do estado vir meter o bedelho no seio da família brasileira, deveria proporcionar ao cidadão acesso à água tratada, escola de qualidade (e consequentemente educação de qualidade), transporte público de qualidade, ruas, avenidas e estradas que não furem os pneus, ou seja, antes de se preocupar com como as crianças estão sendo tratadas dentro da sua família, o estado deveria educar os pais e as mães dessas crianças.
  Claro que quando há uma agressão física, quem cometeu tal agressão deve sofrer as penalizações da lei, mas para isso já há leis...
  Gostaria de saber se em todos os abrigos do governo (os abrigos onde crianças sem lar residem), as crianças são bem tratadas, ou se em algum desses abrigos há casos de palmadas? E como o governo vai fiscalizar ele mesmo?
    Tenho muito medo de que em alguns anos os filhos estejam dando palmadas nos pais, ou pior que o estado brasileiro crie leis cada vez mais invasoras dentro dos nossos lares...

04/12/2011

DOMINGÃO DE SOL E GRENAL

 Boa tarde prezados interneteiros (as);
 Aqui em Porto Alegre está um dia lindo de sol, eu trabalhando e GREnal pela última rodada do campeonato brasileiro.
 Hoje quero falar de muitas coisas, tantas que quase não consigo organizar as idéias na minha cabeça (...), mas a princípio vou começar falando de uma banda de rock que fiquei conhecendo pela internet, quando procurava por AC/DC.
 Estou me referindo ao Motorocker, banda do Paraná, com uma qualidade de som muito boa e que realmente lembra o AC/DC, no site da banda a biografia começa assim "MOTOROCKER nasceu em 1993 e começou como uma banda de rock que tocava suas próprias composições e também covers de artistas consagrados, como AC/DC, MOTÖRHEAD e ZZ TOP. A banda conquistou e atraiu muitos fãs devido à alta qualidade das apresentações e a energia no palco.".
 Pra quem curte Rock and Roll, busca lá no youtube e presta atenção nessa banda, pois vale muito a pena.

12/11/2011

CORRUPÇÃO

 Olá caros leitores e leitoras.
 O povo brasileiro é senhor em falar mal do seu próprio país, não é mesmo (?), e um dos alvos preferidos para que nós mesmos reclamemos do nosso amado Brasil é a corrupção...
 Pois bem, eu vejo que só sabemos que estamos em um país cheio de corruptos porque somos agraciados com uma imprensa livre, que vai a fundo e mostra o lado podre!!!
 Bem, estou falando isso por que quando alguém fala que determinada nação é livre ou quase não tem corrupção sempre me pergunto: Será que não tem, ou simplesmente não é mostrado????
 Acompanhando o italiano Berlusconi, vejo que ele não perde em nada para os nossos corruptos (em especial aos políticos), tendo em seu currículo, orgias sexuais e dinheiro por fora, portanto fico aqui pensando, será que na terra da rainha também não é assim e apenas fica escondido? Ou na Espanha e Portugal?
 Pensem nisso antes de falar do nosso país.

26/10/2011

Retorno

 Olá caros leitores do mundo virtual (...) estou de volta depois de quase 1 ano fora das publicações neste blog e no blog motoboyexecutivo, agora que a minha vida pessoal está voltando a se estabilizar pretendo retomar estes 2 projetos.
 Primeiro, volto a dar atenção a este blog, pois como eu mesmo disse quando o criei: "decidi eu um mero e simples cidadão brasileiro entrar neste mundo. Possuo um perfil no orkut e até então era o único meio de contato eletrônico, fora e-mail, do qual eu faço manutenção permanente.



Entrei neste mundo blogueiro para que eu possa divulgar minhas idéias e opiniões de maneira mais aberta e livres de censuras, mas com ponderação.".
 Portanto as publicações aqui não seguiram nenhum formato ou padrão, a não ser o de que haverá ao menos 1 postagem por semana.
 Abçs e me sigam no twitter: @florynardickel

10/01/2011

POSICIONAMENTO

Acabei de receber este texto por e-mail, achei interessante re-publica-lo para vocês.


O poder do posicionamento

Mesmo com um produto de qualidade ou um serviço exemplar, muitos profissionais têm grande dificuldade de aumentar o valor cobrado por seus serviços ou aumentar o valor de venda de seus produtos.

É aquele dentista extremamente habilidoso, consultor experiente, designer talentoso ou empresário dedicado que encontram enormes dificuldades em aumentar seu retorno financeiro sem ter que trabalhar ainda mais horas.

Existe um conceito extremamente poderoso, que pode ser a chave entre um webdesigner que cobra R$ 1.000 ou R$ 15.000 por projeto. Um blogueiro que vive de Adsense como sua única fonte de receita e um que fecha contratos de patrocínio de R$ 50.000/ano.
A diferença chama-se posicionamento
Posicionamento é como você é visto e entendido dentro da cabeça de seus clientes ou público-alvo. Repare na enfâse dada ao “como você é visto”.

As pessoas possuem crenças e maneiras de ver o mundo. A maneira como uma pessoa vê o mundo e as coisas ao seu redor, determina como ela vai interagir com as coisas e pessoas ao seu redor.

Se eu acredito que determinada rua é perigosa, eu vou fazer o possível para evitar passar por ela. Se eu acredito que tomar leite e comer manga faz mal, vou evitar essa combinação.
Em posicionamento, a verdade é relativa
E o mais fantástico disso é que pouco importa a “verdade”. Isso muda de pessoa para pessoa. Quer ver?

Pouco importa se a rua é mesmo perigosa ou se leite com manga faz realmente mal. Se eu (e as pessoas que convivo) acreditam nisso, para mim é verdade. O que penso em minha cabeça é realidade para mim. Essa é minha realidade. E ela determina como vou agir ou não nas minhas decisões e opiniões pessoais.

Quando se trabalha o posicionamento, a ideia é fazer com que você tire proveito das crenças e conceitos que as pessoas já possuem em suas mentes. Você pode tentar mudar este conceito, mas isso pode custar milhões e levar muitos “não” ainda assim.

No exemplo do músico Joshua Bell, citado no começo deste artigo, a principal diferença entre o retorno obtido entre as duas performances é justamente como ele estava posicionado dentro da mente das pessoas. Sim, existem outros fatores, como a qualidade/interesse e atenção disponível entre os dois públicos, pontos válidos e que merecem análise em outra ocasião.

Mas existe uma diferença profunda entre um artista que se apresenta em um teatro clássico e um que se apresente em um estação de metrô. E a diferença não está no conhecimento ou capacidade técnica de tocar o instrumento em si.

A diferença está na maneira como as pessoas “percebem e julgam” estes dois cenários.
Muitas pessoas decidem não dar esmolas a uma morador de rua embriagado, pois ele “vai gastar comprando mais bebida”. Não importa se não é o caso, mas ele usa as roupas, tem o linguajar, a abordagem e o meio ambiente daqueles que normalmente compram bebidas com o dinheiro que recebem. Logo, nove em cada dez pessoas “acreditam” que o dinheiro vai ser desperdiçado e optam por não dar a esmola.

Você vê como o que as pessoas acreditam em suas mentes determina suas ações?

Quando você vai em hotel ou restaurante luxuoso, já espera que as bebidas e refeições tenham um preço bem acima da média. Como as pessoas esperam que o preço seja alto, os restaurantes se posicionam de maneira a tirar proveito desta crença. Assim, ninguém reclama quando vem a conta. “Aqui os preços são assim mesmo”.

As pessoas já esperam um preço alto e uma performance exemplar de um músico que é apresentado como “mundialmente famoso” e vai tocar em um teatro de alta classe.

Da mesma forma, muitas podem pensar que se um músico se contenta em tocar em um lugar perturbado como uma estação de trem, ele também não pode reclamar em ganhar somente alguns trocados. É algo já fixado na mente das pessoas.
Como anda seu posicionamento?
Da mesma forma, você pode estar se posicionando de maneira equivocada e perdendo ótimas oportunidades de aumentar o valor cobrado por seus produtos e serviços.

Vários fatores influenciam em seu posicionamento. O nome de sua empresa, logotipo, cartão de visitas, layout de seu website, telefones e e-mail de contato, seu script de atendimento, a apresentação de seu orçamento e muitos outros itens são importantes e dizem aos seus clientes em “qual categoria” sua empresa se encaixa, dentro da mente dele.

Se você age, fala e se comporta como profissional “amador” ou empresa de fundo de quintal, você está dizendo como quer se tratado por seu público-alvo. Não importa se o seu produto é infinitamente melhor ou seu serviço nem se compara com sua competição. Não neste primeiro momento.

O que importa aqui é como você determina as “expectativas” que as pessoas podem ter ao trabalhar com você. E se elas sentem que não podem esperar muito, também não vão estar dispostas a pagar muito.
Se você é uma pequena empresa ou um “exército de um homem só”, aqui vai um dica: você não precisa ser uma empresa grande para agir como uma grande empresa. Se o seu produto ou serviço é tão bom quanto você diz, você precisa cuidar das etapas anteriores que levam o cliente de onde ele está “até” a hora de consumir seu produto ou serviço.

Pecar nessa hora é se posicionar como alguém que não tem muito a oferecer. Fatalmente você perde a venda ou vende por uma margem muito menor do que poderia.

28/12/2010

Empreendedorismo

Recebi um e-mail com um link para este texto, como o conteúdo é algo uqe de certa forma eu defendo decidi postá-lo aqui.
Segue o texto:

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Eu estudei na escola de propaganda e marketing mais desejada do Brasil: a ESPM. Nos meus quatro anos de ESPM eu nunca fui apresentado a uma matéria chamada EMPREENDEDORISMO. Eu nunca fui apresentado a nenhum tipo de aula sobre como abrir uma agência de propaganda, uma consultoria de marketing ou qualquer coisa do tipo.




Além das aulas, a ESPM oferecia algumas palestras esporádicas que reuniam frequentemente algumas das figuras mais famosas da propaganda brasileira mostrando os seus rolos de comerciais premiados em Cannes. A impressão que você tinha era de que sucesso significava ser premiado em Cannes, ou ter uma grande agência publicidade cheia de contas de cigarros, cervejas e carros.



9,5 em cada 10 amigos que estudaram comigo queriam trabalhar em grandes empresas e grandes agências. O sonho do ESPMer nos anos 90 era virar estagiário do Julio Ribeiro da Talent, mesmo que fosse para trabalhar de graça.



Eu estudei na ESPM no início dos anos noventa, e posso garantir a vocês que nada mudou em 15 anos. Tudo continua igual. A única diferença é que a molecada hoje quer trabalhar na África ou Agência Click ao invés de trabalhar para o Washington Olivetto ou Almap.



Eu acredito que as escolas de negócios deveriam ensinar, incentivar, promover e evangelizar o EMPREENDEDORISMO como caminho para os seus alunos serem bem sucedidos na vida.



Mesmo porque a Agência Click tem meia dúzia de vagas de estágio, e a faculdade tem 600 alunos.



Mas o quê exatamente as escolas de negócios deveriam ensinar sobre empreendedorismo?



1. Lidar com as pessoas. No final de uma faculdade de administração de quatro anos, os jovens passam seis meses fazendo um trabalho de conclusão de curso pasteurizado prá daná. A molecada segue o template que o professor recomenda: “fazer um documento completo com visão, missão valores, metas, números, swot, balanced scorecard, análise competitiva, tecnologia, estratégia, balancete etc”.



A faculdade ensina que o jovem tem que ter um plano bem feito e bem estruturado para a empresa acontecer, e depois, basta implementá-lo para a coisa toda acontecer. Ledo engano. A escola esquece de ensinar que existe o componente pessoas nas empresas, e que esse recurso pode acabar com o super bem estruturado plano de papel.



SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Aprender a lidar com seres humanos”, onde a molecada será submetida a exercícios de campo onde terão que aprender a influenciar e engajar pessoas de diferentes formações e posições.



2. Ética. A molecada sai da escola sabendo o que são os 4Ps do marketing, mas em nenhum momento são forçadas a refletir sobre as premissas que devem levar em conta ao escolher fornecedores para um determinado produto, formatar políticas de preços para diferentes tipos de clientes, e tratar as pessoas.



A faculdade “ensina” o jovem a desejar crescer na vida, mas não fala nada sobre como crescer fazendo o bem para os outros e para si mesmo. Crescer por crescer é a filosofia da célula do câncer!



SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Ganha Ganha Ganha”, onde a molecada é obrigada a participar de jogos, simulações e interações sobre a aplicação de diferentes éticas no mundo dos negócios.



3. Ter uma Vida. A grande maioria das pessoas que resolvem se tornar empreendedoras o fazem pensando que poderão levar a vida como bem entender. Entretanto, 99% das pessoas vão perceber logo no início que o negócio nunca fecha, e que o empreendedor nunca pode realmente abandonar a empresa na mão dos funcionários.



É incrivelmente difícil você levar uma vida balanceada quando você é dono do seu próprio negócio. Realmente difícil. Mas é possível. Eu conheço gente que consegue, e por isso acredito que é possível.



Família, filhos, estudos, viagens, saúde, exercício para o corpo, exercício para o o espírito são visões da vida que de alguma maneira precisam andar em conjunto com a empresa. É difícil, mas é possível.



SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Vida Empreendedora” para ensinar os jovens a lidar com as diferentes cobranças que a vida terá sobre quem é empreendedor.



4. Risco. A verdade é que a grande maioria das pessoas entra em uma faculdade na esperança de sair de lá com seguro de vida que lhe garanta emprego, bons salários, mulheres bonitas e status. A grande realidade é que nada é certo, principalmente quando o assunto é empreender.



SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada “Tudo ou nada” onde a molecada é levada por exercícios que as expõe ao risco de ter tudo ou nada, falar em público, fazer besteira, resiliência e muito mais.



5. Quando investir, e quando não investir. Empreendedor é tudo maluco. Sempre movido pela paixão, o cara visualiza uma idéia e sai fazendo as coisas sem qualquer estudo ou preparo, com isso se estrepa como ninguém.



Nem tudo é convergente, nem tudo é compatível, nem tudo é necessário. Não é porque você vende cartuchos de impressão que você deve vender impressoras.



Como saber se

estamos focados demais (e deixando passar oportunidades) ou desfocados demais (e deixando escapar nossa especialização)?



Difícil saber, mas não impossível.



SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS. Criar uma matéria chamada “Conquistar 50 territórios ou 3 continentes a sua escolha” onde o jovem será levado a aprender a como manter territórios enquanto avança mundo afora.



Escola nenhuma te ensina a ser empreendedor, as escolas te ensinam a ser funcionário.



Vamos mudar isso?



Tô saindo com uma tocha na mão para incendiar as escolas de negócios, quem quer ir comigo?



EMPREENDEDORISMO OU NADA!



NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!
 
 
Link: empresa junior puc rio

22/11/2010

Qual sacola utilizar?

Acabei de ler uma noticia que me deixou um pouco confuso, ela dizia que utilizar as sacolas retornáveis pode ser também prejudicial ao meio-ambiente.
Segue a notícia do site hypescience.com:
As sacolas retornáveis aparecem cada vez mais nos ombros dos consumidores, mostrando que as pessoas estão se preocupando com a produção excessiva de lixo e com os custos de produção (tanto monetários quanto ambientais) de tantas sacolas plásticas.




Mas foi descoberto que alguns tipos de sacola retornável – aquelas feitas de materiais sintéticos – podem conter chumbo, substância tóxica.



Ok, sacolas plásticas são ruins, as retornáveis também. Então qual é a “menos pior”?



Quanto às sacolas retornáveis, ainda não há evidência de que elas representem um perigo imediato aos usuários. Até agora não ouvimos nenhum caso de intoxicação por causa delas relacionada ao chumbo. Mesmo assim, a tinta usada para decorar as sacolas pode descascar e entrar em contato com o alimento que você carrega.



Mas outro problema que elas apresentam é que, se não forem higienizadas corretamente entre uma compra e outra, podem se tornar um verdadeiro ninho de bactérias. Como você pode levar alimentos dentro de sua sacola, uma infecção se torna possível.



Mesmo assim, colocar mais plástico no ambiente não é uma boa solução. Então a recomendação é que você evite as sacolas reutilizáveis decoradas com muita tinta, faça a higienização correta delas – aí sim você estará contribuindo para o meio ambiente e preservando sua saúde.

30/08/2010

Água seca ?????????????????????

Acabei de ler que cientistas ingleses inventaram a "água seca", trata-se de H2O revestido por sílica, com 95% de água.
Dizem que com essa mistura poderá se desenvolver ácido utilizado na indústria farmaceutica e absorver gases nocivos.

Fonte: Gazeta Web

Será que com essa invenção poderemos matar a sede de quem não tem acesso a água?

29/06/2010

Programa de rádio sobre Empreendedor Individual

Desde o dia 21 deste mês, mais de 20 emissoras de rádio no Rio Grande do Sul veiculam programas, em formato de novela radiofônica, sobre os benefícios da formalização como Empreendedor Individual. De norte a sul do estado, a série abordará situações comuns do cotidiano de um empreendedor que trabalha por conta própria.

O conteúdo foi produzido pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Educação à Distância (Abed). No programa, os empreendedores também são sempre orientados a procurar informações na Central de Relacionamento Sebrae, pelo número 0800 570 0800; na Previdência Social, pelo 135; ou por meio da internet no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. Os programas também estão disponíveis no site www.sebrae-rs.com.br.

Fonte: Incoporativa

Mas o que é Empreendedor Individual?

Considera-se EI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 36.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional. (Portal do empreendedor)

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É muito bom que o Sebrae está se mexendo para informar a população sobre o Empreendedor Individual, mas e como ficam aqueles que se cadastraram no ano passado e até agora não conseguiram terminar a formalização?



06/05/2010

Tradução de textos fotografados

Segundo o site G1 "...o Google Goggles conta com recurso de tradução automática de textos diretamente das imagens capturadas pela câmera do celular com Android.A novidade foi possível com a junção do serviço Google Translate ao Google Goggles.De acordo com o blog da companhia, o uso da ferramenta é bastante simples. Basta que o usuário do Google Goggles aponte a câmera de seu celular ou smartphone para o texto desejado e ajuste a caixa em volta da(s) palavra(s) que deseja traduzir. Depois de capturar a imagem com a câmera do aparelho, a ferramenta vai analisar o texto e, caso o reconheça, apresentar a opção de tradução. Em seguida, o usuário deve pressionar o botão de tradução e selecionar os idiomas de origem e destino para obter a tradução.No momento, o Google Goggles consegue identificar textos nos idiomas inglês, francês, italiano, alemão e espanhol. Mas a companhia espera em breve oferecer o serviço em outras línguas de países latinos ou não."

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Essa notícia me lembrou aqueles filmes de espião, onde tirava-se fotos de textos e imagens de plantas de bases militares...

12/04/2010

Novo Smartphone

Microsoft lançou o Kin "o Kin One e o Kin Two, são fabricados pela japonesa Sharp e dirigidos ao público de jovens fanáticos por redes sociais.
Os novos aparelhos começam a ser vendidos nos EUA em maio e devem concorrer com o iPhone da Apple e os aparelhos Android do Google. Não há previsão de quando serão vendidos no Brasil.
Os modelos têm tela touchscreen e teclado deslizável. O Two tem tela maior, mais memória e é capaz de gravar vídeos de alta resolução. Pela tela inicial dos dois, o usuário terá como atualizar serviços como Twitter, Facebook e MySpace. Os preços não foram divulgados." Destak Jornal


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